CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ORGÃOS




Muita comida e arrasta-pé marcam a Festa Julina do curso de Fisioterapia

09-07-2019

Lá fora o tempo estava chuvoso e frio, mas no arraiá promovido pelo curso de Fisioterapia do Centro Universitário Serra dos Órgãos (Unifeso) o clima foi caloroso entre pacientes, estudantes, professores e funcionários. A festa é promovida anualmente, quando os participantes levam comidas e bebidas típicas para compor uma mesa farta, com doces e salgados juninos de comer rezando.

O arraiá aconteceu dia 5 de julho, a partir das 10h, e foi regado a muita música e arrasta-pé. Segundo a professora Andrea Graniço, coordenadora do curso de Fisioterapia, a festa é uma oportunidade de integração entre os estudantes, os pacientes da clínica-escola e os funcionários. “Conseguimos reunir os pacientes da hidroterapia, do pilates, da ortopedia e de outras áreas da clínica-escola, além de estudantes de todos os períodos e de egressos. A vida social, a troca e o acolhimento que oferecemos na clínica-escola é muito importante para a recuperação dos pacientes, por isso, tentamos sempre promover a integração deles, independentemente da idade e do diagnóstico”, contou Andréa.



O estudante João Mário Carneiro, do 3º período, lembra que confraternizações como esta ajudam a fortalecer os laços entre os profissionais e os pacientes. “Estas confraternizações nos permitem um contato mais pessoal com os pacientes, gerando um ambiente de amizade. O paciente da clínica-escola de Fisioterapia não se sente em um hospital, ele vem para cá e é acolhido como um membro da família. Saúde também é acolher e abraçar. Estar feliz e com boas emoções traz ganho de saúde para o paciente”, contou.

A professora Danielle de Paula Aprígio concorda com João. Ela diz que o tratamento fisioterapêutico, por acontecer semanalmente, cria uma empatia entre o profissional e o paciente. “Não temos como não nos envolvermos com a situação, com a causa e com a angústia dele. Muito da cura vem da escuta também. O que fazemos na Fisioterapia é praticar a empatia, pois o tempo todo temos de nos colocar no lugar do outro e olhar o paciente como protagonista do seu tratamento”, disse. Danielle, além de professora, é egressa do Unifeso, foi da terceira turma de Fisioterapia, e ressaltou a preocupação do curso em relação à integração com a comunidade. “O Unifeso, de um modo geral, representa um bem social em Teresópolis. Não só esperamos pela população na clínica-escola, mas vamos até ela, em ações nas praças, nas igrejas, nas escolas e nas creches”, lembrou.

Por Juliana Lila